Mais um bonito fim-de-semana de Maio. Mais um passeio à vela no galhofas.
Destino: Oeiras (para almoçar)
Olha para ele armado em Capitão.
Este Inverno parece que nunca mais acaba.
É verdade que a partir de Abril tivemos uma ou duas abertas, mas muito incerto. Isto sim, é uma Capitã, com algum frio parece-me!
Como ela se diverte com o pau na mão.
Blue Seven, em Borboleta stile.
O Cabo Espichel. Fascina-me sempre que o dobro. E esta não é a foto que melhor o ilustra.
A marina de Tróia.
A minha opinião sobre a marina de Tróia:
É uma marina de contrastes. Se por um lado está inserida num contexto paisagístico fabuloso, que considero a sua grande valia e atrevia-me a dizer quase a única, por outro lado tem tudo o resto contra:
- Muito exposta ao vento;
- Os balneários ficam para lá do Sol posto;
- É escandalosamente caríssima (mesmo com promoções a 50% é cara). Se querem afastar os nautas, aqui encontraram uma fórmula eficiente.
- Os serviços e entretenimento ao redor são praticamente inexistentes.
A ANC, neste cruzeiro, realizou um evento alternativo às regatas que se realizavam no Sado. Uma ida/visita às Minas do Lousal. Esta visita foi patrocinado pela Câmara Municipal de Grândola. E aqui meus amigos, tenho que vos dizer - é um crime não visitar este museu industrial mineiro.
Não tanto pelo que se vê, mas mais pelo que se ouve dos seus anfitriões.
Ao final da tarde, o Galhofas teve uma visita para a janta dos nossos amigos muito estimados João Mendonça, proprietário do meu amado Ketch "JB" e do Hugo, proprietário do quieto "Trigone"
Não podíamos ter tido melhor companhia.
Claro que depois da janta impunha-se um café, que só conseguimos beber no hotel que nos cobrou 2,5€ por cada UM!?!
Meninos, assim não dá. Querem turismo cá dentro?
Aqui ao lado, os nuestros hermanos oferecem mais por muito menos!
O regresso a Lisboa foi pacífico, não fora um enrolamento da Genoa no cabo do Balão que me esqueci de recolher e me obrigou a cortar as escotas da Genoa e recolher a mesma, regressando numa motorada a partir do Espichel em quanto o resto da frota se divertia numa velejada monumental à bolina.




O nosso táxi privado. Sem ele, perdia-se metade da piada.
A propósito, temos um episódio engraçado com os dingui's quando estávamos fundeados em Portimão.
À noite, completamente escuro (sem lua), ouvíamos uns besouros (Dingui's) a correrem de um lado para o outro num vai e vem engraçado. Reparem, ouvíamos mas não víamos, pois a escuridão é quase total, somente com as luzes ao fundo de Portimão.
Questionava-mo-nos para onde iriam?
Na última noite em Portimão resolvemos ir jantar fora, à Pizza-hut, que fica na marina de Portimão.
Lá montamos no nosso private-táxi e fomos armados em besouro, sem ver breu à nossa frente em direcção aos pontões da marina, sem saber muito bem a onde iríamos atracar. Quando chegamos à marina, encostamos no pontão de espera a sul (o que fica do outro lado do pontão de espera da recepção da marina no lado dos bares e restaurantes), mas paramos a meio deste.
Quando saltamos para o pontão e nos dirigíamos para a porta de saída meio receosos de deixar o nosso private-taxi sozinho, no final do pontão, junto à porta de saída, encontramos uma meia-dúzia de dingui's como o nosso, todos juntinhos.
Ora esta, afinal os besouros vinham todos para aqui, boa.
Não querendo que o nosso private ficasse sozinho, fomos buscá-lo e coloca-mo-lo junto dos seus novos companheiros para ficarem numa companhia de besourados.
Depois de um belo jantar de pizza, regressamos ao Galhofas. Aqui a piada foi encontrá-lo no meio de uma trintena de veleiros fundeados silenciosamente às escuras.
Já viram como eu seguro o leme?!
Eu gosto mesmo disto.
Pois é, os 10 dias estão a chegar ao fim.
Serviu para tudo. Nomeadamente para conhecer melhor o Galhofas, Grande barco!